Nó na Garganta Crônicas e Declarações de Amor



Sábado, Maio 30, 2009 :::
 
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::: posted by DIOGO SARDEIRO at 1:05 AM


 
Retorno pra aquela página que está maracada. Separada das outras. Naquela diz que a heresia faz parte de todos nós. E vem o dia. E a noite. O tempo. Só existo quando dou existência a alguma coisa. Criar é dar vida a sí próprio. Por isso escrevo. Procuro. Remexo. No fundo é isso. Saudade de mim mesmo.
Engraçado, nem sei o que quero falar. Falar é o mais importante. Pra esquecer o gosto que fica quando se engole de volta as palavras. Repetitivo. A vida não cansa de se repetir.Já dizia aqui em baixo. De novo volto a este ponto. Pra lembrar que nem tudo é controlado. Que nas minhas linhas quem decide o final sou eu. Ponto.

::: posted by DIOGO SARDEIRO at 12:35 AM



Domingo, Maio 10, 2009 :::
 
O verbo chega na pontinha da boca. Sei até o seu gosto. O de sempre. A vida sempre se repete. De novo te coloca de frente para o que você virou as costas. À força. Esfrega a cara. Sendo de teu agrado ou não, isso é você.
Agora, pode falar. Vai. Abre bem a boca e o coração . Interage com o mundo. Vem. Volta pra pra dentro do ônibus.
No princípio era o amor

::: posted by DIOGO SARDEIRO at 9:41 PM






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Crônicas e Declarações de Amor



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