No meio disso tudo olho uma ponta de luz positiva.O meu otimismo. Otimismo este que já me foi tão inimigo, tão odiado.

Mas o que sou eu senão a negação de mim mesmo? Sou o mentiroso mais sincero que se tem notícia, sou o cafajeste mais romântico que já conheci.



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Quarta-feira, Fevereiro 20, 2008

Repetidas vezes a janela se abre à espera de uma visita. Cada novo dia traz consigo uma possibilidade que não se encerrou. A inquietude só é possível quando a negação ainda não foi pronunciada. E quando a janela se fecha à noite, o dia nunca se acaba. O depois não é mais um começo e o amanhã se torna uma prisão. A espera é uma âncora que me deixa grudado no chão. Que me tira o prazer de me entregar à derrota.


:: por DIOGO SARDEIRO :: 2:02 AM ::