No meio disso tudo olho uma ponta de luz positiva.O meu otimismo. Otimismo este que já me foi tão inimigo, tão odiado.

Mas o que sou eu senão a negação de mim mesmo? Sou o mentiroso mais sincero que se tem notícia, sou o cafajeste mais romântico que já conheci.



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Sábado, Dezembro 29, 2007

No fim de cada palavra fica um ruído que não se decifra. Um silêncio que incomoda justamente porque não silencia. Cada passo é uma fuga da resignação. Viver é não se deixar completar. Daí um sorriso rígido, um descompasso no olhar. Mesmo quando parado, há a espera. Aceita a sorte das coisas nunca serem como antes. A plenitude sempre está um ponto adiante. Depois do fim vem o quê?


:: por DIOGO SARDEIRO :: 12:37 PM ::